segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Tecnologia de rede 26-09-11 (Cristiano)


Roteamento
Tracert - Indica o caminho que as informações fazem para um determinado destino( Rota dos Pacotes).

Roteamento Default – é usado no envio de pacotes para rede que não esta a tabela de roteamento seu router não conhece o caminho para o destino o pacote é descartado. Porem, usando-se roteamento default podemos instruir o roteador que, invés de simplesmente descartar o pacote com destino desconhecido, o encaminho para uma interface especifica de saída. Rotas Default são usadas sozinhas, devem ser configuradas em redes  que possuem apenas uma interface de saída (STUB). Nada impede que rodas default sejam usadas em  roteadores com mais de uma saída. Uma combinação de roteamento default com um dos outros dois tipos, estáticos e dinâmicos essa configuração funciona perfeitamente porque os roteadores usam apenas a rota default em últimos casos. 

Default Gateway os próprios computadores de uma rede TCP/IP tem um papel fundamental da atividade de roteamento. Cada Host antes de transmitir uma mensagem, aplica sua mascara de sub rede  ao endereço de destino do pacote se o endereço de rede calculado for igual ao próprio endereço da rede, o host constatara que o receptor esta na mesma rede então a mensagem será enviada  diretamente para o host de destino. Se o host constatar que o endereço de rede do computador de destino é diferente do seu, significa que o receptor não se encontra na mesma rede e não será possível entrega a mensagem diretamente. A mensagem deve ser entregue ao roteador, para que ele providencie o encaminhamento da mensagem para rede correta, de modo a permitir que a mensagem chegue ao host de destino. Para que o processo de roteamento ocorra, casa host da rede deve ser configurado  com seu endereço IP com a mascara de sub-rede, e o endereço do roteador  qual a rede esta conectada default gateway

Protocolo RIP ( Routing internet protocol)- Escolhe a rota que passa pelo menor numero de roteadores para encaminhar o pacote a uma determinada rede, sendo um protocolo baseado em vetores de distancia. O vetor de distancia envia as tabelas de roteamento completa para os roteadores vizinhos, que tem então combinam as tabelas recebidas com as tabelas que já possuem e completam o mapa da rede. O RIP é indicado para redes relativamente pequenas porque tipicamente, os roteadores trocam informações sobre suas tabelas de roteamento a cada 30 segundos e a outra limitação do RIP e o máximo de saltos (15).

OSPF – Open Shortest path first – este protocolo escolhe a rota levando em consideração o estado dos links entre roteadores, quando um link sofre interrupção os roteadores que implementam o protocolo OSPF comunicam a falha aos seus vizinhos. O OSPF é bastante utilizado atualmente para roteamento de grandes redes, pois o trafico de informações para atualização das tabelas é menor do que o gerado para o protocolo RIP. Cada Roteador só enviar aos outros roteadores informações para as atualizações das tabelas a cada 30 minutos, assim os roteadores constroem na memoria um mapa de rede ao contrario do RIP que envia todas essas informações constantemente.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tecnologia de rede 21-09-11 (Cristiano)


Algoritmo de roteamento
O algoritmo de                 determina o trafego de um pacote, a finalidade é simples, dada uma série de roteadores conectada com enlaces, o algoritmo de roteamento descobre o melhor caminho entre a fonte e o destino.
Os pontos nos quais são tomadas as decisões quanto ao roteamento dos pacotes e as linhas que conectam os enlaces físicos existentes entre os roteadores, essas linhas também tem um valor que representa o custo de enviar o pacote por meio de enlace.
Este custo pode refletir:
* Número de saltos;
*Distância física;
*Retardo médio;
*Largura de banda;
*Comprimento de filas;
Na camada de rede, o processamento rápido de pacotes é a preocupação principal, sendo assim, existem determinadas prioridades que são desejáveis em um algoritmo de roteamento:
*Correção
*Simplicidade
*Estabilidade
*otimização;
Em termos gerais, um dos modos que podem ser classificados os algoritmos é de acordo com as rotas, podendo ser do tipo estático e dinâmico.
Algoritmos estáticos: nestes algoritmos as rotas,  mudam muito devagar com o tempo. Muitas vezes como resultado da intervenção humana.
Algoritmos dinâmicos: alteram suas decisões para refletir mudanças na topologia é normalmente, na carga de tráfego também.
Os algoritmos podem ser centralizados ou descentralizados:
Centralizado: calcula o caminho de menor custo entre fonte e um destino usando o conhecimento completo e global sobre a rede. Isso exige que o algoritmo obtenha essas informações, de algum modo, antes de realmente realizar o calculo.
Descentralizado: o cálculo do trajeto de menor custo é realizado de modo distribuído. Nenhum nó tem informação completa sobre os custos de todos os enlaces da rede. Em vez disso ele conhece apenas o nó do vizinho que deverá repassar o pacote para que alcance o destino.

Roteamento pelo caminho curto
São diversos algoritmos para o cálculo do caminho mais curto entre dois nós de um gráfico.
 De sub-rede, com cada nó gráfico da sub-rede, com cada nó do gráfico representando um roteador.  Para escolher uma rota entre um determinado par de roteadores. O algoritmo encontra o caminho mais certo.
Roteamento por inundação
Cada pacote de entrada é enviado para toda linha de saída, exceto para aquela em que chegou.
A inundação gera diversos números de pacotes duplicando os pacotes na rede, com um número infinito, a menos  que algumas medidas sejam tomadas para amortecer o processo.
*Contador de Saltos;
*Número de sequencia;
*Inundação seletiva;

-Contador de saltos é inserido no cabeçalho de cada pacote, o contador é decrescente em cada salto, com o pacote sendo descartados quando o contador atinge zero.
-Número de sequencia controla quais pacotes foram inundados para evitar de envia-los uma segunda vez. O contador de origem da transmissão insere um número de sequência em cada pacote recebido de seus hosts.
Características e comandos básicos.

Modo                                        Prompt                                   Comando para ter acesso
Exec  usuário                             Router >                         Acesso via console porta auxiliar
Exec Previliado                         Router#                            Enlace
Configuração Global              Router# (config)            Configurar terminal
Configuração específica        Router(config-JF)           Interface
                                                      Router(config-line)       line
Após o roteador ser ligado irá para o pompt de comando
Exemplo:
router  >
Para entrar em modo privilegiado, devemos deletar o comando enable
Exemplo
Router>enable

Router >
#show – mostra a saída do comando anterior
#show version – exibe configuração de hardware e software do roteador.
#show protocols – Exibe informações sobre os protocolos roteados.
#Hostname – Configura o nome do roteador
Sintaxe:
             router >enable
             router#configure terminal
             router(config)# Hostname route01
             router01(config)#
- Para configurar um endereço IP em uma interface de rede, utilizamos o comando IP addres no modo configuração da interface que desejamos configurar: Ethernet 0
Exemplo
Router# configurar terminal
router(config)#interface ethernet 0
router(config.If)# Ip addres  192.168.10.1 255.255.255.0
router(config.If)#no shut

Para adicionar um segundo endereço IP na mesma interface utilizar o comando secondary.
Router(config.if)# if addres 192.168.20.1 255.255.255.0 secondary rounter(config.if)#  IP Addres 192.168.30.1 255.255.255.0 secondary
router(config.if)#no shut

Para configurar senha de acesso as portas dos roteadores utilizamos o seguinte  comando
Router# configurar terminal
Router(config)#service password encryption
Router(config)#kine aux 0
Router ( config-line) password 12345
Router(config-line)#exit

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Tecnologia de rede de computadores Quarta-feira 14/09/2011


Tecnologia de rede de computadores Quarta-feira 14/09/2011

Cabeamento Óptico
É constituído por filamentos finos, feitos fundamentalmente de vidro de altíssima transparência, para transmitir luz a grane distância. O seu funcionamento é através da reflexão total da luz, constitui-se em uma estrutura cilíndrica.
A fibra óptica é formada por duas partes; núcleo e casca.
O núcleo é a parte por ode se propaga a luz e a casca é responsável pra configurar a luz no interior do núcleo. A fibra também possui um revestimento plástico que da proteção mecânica contra o meio externo.
Para a transmissão de sinais, são utilizados emissores e receptores ópticos, responsáveis pela transmissão e conversão dos sinais elétricos para sinais luminosos e vice-versa.

Cabeamento Óptico
Vantagens
Isolação elétrica não há necessidade de aterramento e problemas de interface de equipamento, uma vez constituída por material isolante elétrico.
Matéria prima em abundante e não muito caro e oferece baixa perda do sinal.
Desvantagem
Custo elevado;
Fragilidade pois as fibras quebram com facilidade;
Dificuldade de conexão devido à pequena dimensão;
Requer dispositivos de alta precisão;


Interferências em fibras
Irradiação devido à curvatura;
Espalhamento pelo material;
Perdas por modos vazantes;
Perdas por Microcurvatura;
Atenuação em emendas e conectores;
Perda por acoplamento no inicio e no final da fibra.

Estrutura do conector óptico
Protetor do ferrolho
Ferrolho
Corpo
Capa

Tipos de conectores ópticos

  • D4
  • FC
  • SC
  • FC APC
  • SC APC
  • ST

Acessórios para uma melhor organização
  • Distribuidor óptico
  • Bandeja para cabos emendados
 
P/ dia 28/09 Pesquisa
  • 3G
  • Wirelles
  • Wimax
  • Bluetooh
  • Voip
  • 4G
  • AD HOC
  • HIPER – V
  • XDSL
  • CRIPTOGRAIA
  • FRAME RELAY
  • CDMA

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Conteúdo aula 31/08/2011 (Cristiano)

Cabeamente estruturado
Os cabos par trançados são compostos por 4 pares de fios de cobre, que são trançados entre si. Este sistema cria uma barreira eletromagnética, protegendo as transmissões de interferências externas, sem a necessidade de usar uma camada de blindagem.
Para evitar que os sinais de um cabo interfiram com outros vizinhos, cada par de cabos utiliza um padrão de entrançamento diferente, com um número de tranças por metro.
Existem cabos com categorias de 1 a 6. Os cabos mais utilizados são os cat 5.
Pois suportam rede de 100/1000 megabits, por isso são os mais comuns e mais baratos.
Cabos cat 6 e 6ª estão se popularizando e devem substituir ao longo do tempo.
Categoria 1 e 2, estas duas categorias são mais reconhecidas pela indústria de telecomunicações, responsável pela definição no passado em instalações telefônicas.
Categoria 3: Este foi o primeiro padrão de cabo par trançado desenvolvido especialmente para o uso em redes. O padrão foi certificado para sinalização de até 16mhz, que é o padrão de redes ethernet de 10 megabits para cabos de par trançado. Existiu ainda um padrão de 100 megabits para cabos cat chamados de 100 base T4. Porém não é suportado para todas as placas de rede.
Categoria 4: Tem uma qualidade um pouco superior e é certificada para redes de 16 megabits, substituindo os cabos cat 3. Porém os cabos cat 4 também não são mais reconhecidos pela indústria de telecomunicações.
Categoria 5: os cabos cat 5 são os requisitos mínimos para redes 100base e 1000 baset, que são respectivamente os padrões de rede 100 e 1000 megabits usados atualmente, os cabos possuem padrões de fabricações restritos e suportam frequências de até 100 mhz, o que representa um grande salto em relação aos cabos cat 3.
Os cabos cat 5 são raros de encontrar a venda, pois foram substituídos pelos cabos cat 5e, essa é uma versão aperfeiçoada do padrão, com normas mais restritas, desenvolvidas para reduzir, a interferência entre cabos e a perda de sinal, o que ajuda em cabos mais longos. Os cabos 5e devem suportar os mesmos 100mhz dos cabos 5, porém este valor é uma especificação mínima e não é um valor exato.
Nada impede que os fabricantes produzam cabos acima do padrão, com frequências mais elevadas, exemplo: 110mhz, 125mhz, 155mhz.
Para descobrir qual é a categoria do cabo, temos que ler a informação que está gravada, no próprio cabo.
Categoria 6: este cabo foi desenvolvido para ser o padrão gigabit ethernet.
Mas com o desenvolvimento do padrão cat 5 acabou sendo retardado a sua popularidade porém os cabos cat 6 oferecem uma qualidade superior. O alcance continua sendo pequeno, embora com melhor qualidade.

Distancia máxima cabo 100m
Categoria 6ª: É um cabo especial para reduzir a interferência entre os pares de cabos, utilizando um separador, isso aumentou a espessura do cabo de 5,6mm para 7,9mm e tornou pouco menos flexível.

Par trançado blindado ( STP ) o cabo inteiro é blindado por uma malha ao redor dos fios e também pode haver uma blindagem para cada par de fios.
Par trançado sem blindagem ( UTP ) obtém sua proteção somente através do entrelaçamento dos pares.
Obs.: Mesmo em uma rede bem cabeada, frames retransmitidos são ma ocorrência normal, mas um grande volume de erros, pode ser algo errado.
Os cabo sem blindagem são mais baratos, e fáceis de crimpar.
Pinagem
A construção dos cabos deve seguir a seguinte ordem dos fios ( vistos da esquerda para a direita ).


Sequência Padrão
568A
1 Branco/Verde
2 Verde
3 Branco / Laranja
4 Azul
5 Branco / Azul
6 Laranja
7 Branco/Marrom
8 Marrom


Sequência Padrão
568B
1 Branco/Laranja
2 Laranja
3 Branco / Verde
4 Azul
5 Branco / Verde
6 Azul
7 Branco / Marrom
8 Marrom



Conector keystone jacks, são os conectores usados em paredes ( fêmea ).
Conector Rj-45 é utilizado para montar os cabos de rede




Frases da noite:

[ironic]Agora me pergunta se eu sei grimpar melhor que ele isso[/ironic]
- Tu sabe grimpar melhor que ele isso ?

Michael: "Cabo Coachiau"